19 de outubro de 2019 Lelo 0Comment

Perua, senta aqui com o titio.

Eu não sei quantas vezes eu já falei desse assundo, mas cada vez que eu atravesso a bendita ponte da amizade, é uma série de novos sustos.

Sim, eu defendo que cada um deve se vestir como se sente bem, e que roupa curta/justa/transparente/decotada não legitima nenhum tipo de avanço.

Lembre-se que você está indo para outro país, outra cultura, outro tipo de educação e costumes diferentes.

Vejo com frequência shortinho curto (aqueles com as poRpêta daa bunda de fora), teta pulando pra fora da bRusinha. E o pessoal lá não costuma respeitar esse tipo de outfit. Então vou deixar aqui, mais uma vez, uma sugestão de vestimenta.

O importante é que seja confortável, se for inverno, um jeans é uma boa pedida, se for verão, uma bermuda ou um macação curto levinho, mais soltinho é uma boa ideia. Malhas de academia são muito legais também, mas se você não ser levar umas passadas de mão, usa uma camisetinha mais longa, cobrindo o popôzis, para evitar a fadiga.

Também sugiro um sapato bem confortável e fechadinho. Aqui na região acontecem muitas chuvas (inclusive no verão) e é bem possível que você se atole num poça de itens não identificados.

Mochilas – eu uso virada para frente – são uma coisa muito útil para carregar coisas sem ocupar as mãos. E indico levar uma garrafinha de água, lenços umidecidos ou alcool gel para de tempo em tempo dar uma limpada nas patinhas.

Vamos evitar confusões e tentar não ser catalogada de forma errônea por diferenças comportamentais.

Perus, bolsos largos são uma péssima ideia, então moletom (também conhecidos como calça de vender minhoca) você deixa para usar em casa, combinado? E nada de chinelão para não arrancar a tampa do dedão nas calçadas irregulares do Paraguai.

Bença!